domingo, 9 de outubro de 2016

Democracia não é para boa gente

Muito se fala e escreve acerca da probidade, ou falta dela, dos políticos portugueses quando ascendem aos cargos públicos. E invariavelmente vão-se buscar exemplos às democracias mais antigas e sólidas para se demonstrar como se deveria proceder por cá. 
Há um exemplo interessante na História Mundial. O único presidente americano eleito por quatro vezes foi o "inválido" Franklin Delano Roosevelt, que faleceu pouco antes do final da II Guerra Mundial. Quando necessitou de nomear alguém para liderar a agência federal Securities and Exchange Commission -- organismo que tem a responsabilidade primária pela aplicação dos valores mobiliários federais, leis, regulamentação da indústria de valores mobiliários, acções e opções de intercâmbio do país, e em outros mercados de títulos eletrónicos nos Estados Unidos -- o presidente não hesitou em chamar para exercer o cargo Joseph Kennedy, o patriarca do clã com o mesmo nome. 
O alvoroço desta nomeação aconteceu devido à fortuna acumulada por este emigrante irlandês com o contrabando de bebidas alcoólicas durante a controversa Lei Seca, além de relações muito suspeitas com a Máfia. Ou seja, alguém de duvidosa reputação.
À questão que lhe foi posta sobre a honestidade de JK para tão delicado cargo, Roosevelt limitou-se a responder: "Nada melhor que uma raposa para saber o que fazem as outras raposas nos galinheiros". 
A questão não deixa de ser polémica, mas, na verdade, o "pai de todos" os Kennedy desempenhou brilhantemente as suas funções. 

Por cá é o que se sabe...

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

COSTA com taxas e bolos engana os tolos

Portugal sofre na falta de desenvolvimento o azar de nunca ter tido um governo competente e que estruturasse o futuro do país em bases sólidas desde o 25 de Abril. Mas António Costa é o pior primeiro-ministro que já ocupou este cargo. Político especialista em golpadas (Mário Soares e António José Seguro que o digam), não consta no seu currículo uma ideia digna de registo, uma acção que alavancasse o progresso ou um rasgo de génio que modernizasse a nada. Fala muito, ri a despropósito ainda mais e passeia a sua boçal mediocridade pelos corredores do poder á custa de expedientes de bastidores e manobras obscuras de ãnsia pelo poder. Não é por acaso que saltou para o poleiro de São Bento apesar de perder as eleições.
A (des)governação a que não tinha direito assenta em distribuir dinheiro que a economia não produz pelos funcionários públicos, facilitar a educação nas escolas, prestar piores serviços na saúde, ignorar a indústria de mais-valias e criar taxas e taxinhas para manter o regime social-comunista actualmente em vigor.
Agora decidiu atacar o açúcar e o sal com impostos indirectos, o que aumentará o preço das coca-colas, sumóis, laranjadas, limonadas, compais, gasosas, bolas-de-berlim, pastéis de belém, bolos de arroz, mil-folhas, pastéis de bacalhau, croquetes, etc. Lá vamos comendo e pagando taxas sobre taxas.
Enquanto isto apodrece, a produção industrial definha, as exportações caem a pique e o atraso em todas as áreas acentua-se. Não existe um rumo, não se vislumbra uma estratégia, não se enxerga o progresso. Nesta queda no abismo registe-se a mansidão de um rebanho sem futuro e uma apatia inqualificável.
E, já agora, um PR que não cumpre a sua missão: mandar toda esta imundice para o lixo!

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Guterres, a picareta falante da ONU

E agora, caro Guterres? Agora deixou de ser a "picareta falante" cá do pãntano á beira do mar mal frequentado para botar voz para todo o mundo a partir da ONU. Não é a mesma coisa do que quando ía á missa com Marcelo Rebelo de Sousa, antes do 25 de Abril, na Juventude qualquer coisa Católica. Muito menos quando conspirava no sótão de Algés, juntamente com o especialista em golpes António Costa, contra Mário Soares. Também não lhe ficaria bem agora negociar queijos limianos como o fez para se manter no governo. E fugir a sete pés do cargo como o fez quando abandonou São Bento á sua sorte também não lhe granjearia uma boa imagem.
Agora tem de se haver com os Estados Unidos, a Rússia, a Turquia, o Irão, o Iraque, a França e a Grã-Bretanha e o Líbano por causa da guerra da Síria. Tem á perna Israel, o Hamas, a Autoridade Palestiniana, o Egipto, a União Europeia e os Estados Unidos devido ao eterno conflito na Palestina. E ainda lhe moerão o juizo com assuntos "menores" como a Ucrãnia, a Líbia, o Sudão, a Somália, a Nigéria, o Mali, a Coreia do Norte, a Coreia do Sul, a China, o Vietname, as Filipinas, etc.
Ufff! Que canseira. Ainda fica afónico.
E quem sabe se para lhe complicarem ainda mais a vida não renascerá em força a questão de Olivença e a perspectiva de um Portugal-Espannha á batatada como nos bons velhos tempos de Aljubarrota...

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Dia de Portugal

5 de Outubro de 1143. Em Zamora, D. Afonso Henriques e D. Afonso VII, rei de Leão e  Castela assinam naquela localidade o tratado que reconhece Portugal como país independente. Esta data seria em condições normais o Dia de Portugal. No entanto, inexplicavelmente os sucessivos governos tem reservado esta distinção para um insípido 10 de Junho, que é um zero absoluto na História de Portugal. E insistem. Até quando?