sábado, 15 de outubro de 2016

O Orçamento do Pirolito

Como a Economia não cresce
E o Costa dá o dito por não dito
Não se sabe se o défice desce
Venha o Orçamento do Pirolito

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A Hilariante Clinton

A mulher do presidente Franklin Roosevelt era lésbica e mantinha relações sexuais extra-matrimoniais, o presidente Dwignt Eisenhower era amante da motorista que o conduziu durante a II Guerra Mundial, uma tenente do exército, o presidente John Kennedy, eleito pela Mafia norte-americana, foi para a cama com tudo o que era saias e ainda hoje se suspeita que mandou matar Marilyn Monroe para abafar um caso que todos conheciam, o presidente Bill Clinton enrolou-se com uma série de mulheres na Casa Branca, mentiu ao Congresso, esteve para ser destituído e a "cornuda" da Hillary Clinton anda agora armada em dona de casa desesperada a acusar Donald Trump de casos muito menos graves que os protagonizados pelo seu marido. Que falta de memória e de vergonha!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Política assassina agentes da PSP e GNR

Ao longo da minha vida tenho lidado muito de perto com agentes e oficiais quer da PSP quer da GNR tanto por via familiar como por via profissional. Tenho o maior apreço por estas duas forças da ordem e, por várias razões, umas vezes fui ajudado por eles e noutras ocasiões fui eu que os ajudei em ocasiões complicadas.
Dito isto, ou melhor, escrito isto, dou por mim com o sistema nervoso alterado quando tomo conhecimento que um agente foi abatido no cumprimento do dever, o que não é raro em Portugal. Só no Bairro Alto, em Lisboa, nos anos 70 e 80, quatro polícias meus conhecidos e amigos foram assassinados em circunstancias bárbaras a tiro ou á facada.
Quando era miúdo era normal fugir dos "bófias" quando andava a jogar á bola na rua. Antes do 25 de Abril, a malta da noite conhecia-se toda e não foram raras as vezes que tanto eu como amigos meus bebíamos uns copos com PSP's em bares e cervejarias por essa Lisboa nocturna. Mais: até chegámos a faze-lo em cantinas das esquadras. Um GNR, o cabo Russo, da Brigada de Transito da GNR, apanhou-me por várias vezes a namorar alta madrugada dentro do automóvel, no parque de estacionamento do restaurante Narciso, em Carcavelos, e a confiança entre nós consolidou-se de tal modo que fomos para uma casa de fados, em São Pedro do Estoril, "comemorar" um acidente de automóvel em que eu e um amigo saímos vivos por milagre e apareceu o inevitável cabo Russo para tomar conta da ocorrencia.
O que me repugna nestas situações de matança de agentes das forças da ordem é a política seguida por governos, partidos e organizações "humanitárias" em relação aos entraves que colocam a actuação da PSP e da GNR, obrigando os seus comandos a exigirem regras draconianas e suicidas quanto ao uso de armas de fogo em situações de perigo evidente para as suas vidas. Tratam-se de leis e regulamentos criminosos que atentam contra a segurança dos policiais em zonas de risco. Nestes casos os direitos humanos conhecem apenas um sentido: o dos foras-de-lei.
Acontece que perante todas estas limitações legais e regulamentares, os agentes encontram-se muito mal preparados para actuarem em casos delicados e constituem "carne para canhão" no confronto com assassinos armados e dispostos a tudo, inclusivamente a matar, para escapar ás autoridades. Existe muita preparação dos agentes sobre multas e modus operandi em manifestações, mas é descurado o treino de abordagem aos cidadãos em situações de perigo mais ou menos evidente e o treino com armas de fogo é manifestamente insuficiente. São inúmeros os casos ocorridos em que os agentes chegam ao local da desordem, de "peito feito", sem uma aproximação correcta, com as armas no coldre fechado, patilha em segurança e sem projéctil na cãmara. Uma imprevidencia a que são obrigados e que é contrária a todas as normas de protecção da segurança dos agentes. Mas os políticos querem assim e as associações "humanitárias" exigem-no. 
A seguir ao 25 de Abril, numa altura em que o PREC praticamente afastou das ruas a PSP e a GNR, coube ao Exército efectuar imensas acções policiais. Entrei em muitas delas e certifiquei-me sempre se os meus soldados tinham as armas operacionais e não hesitava em usar a arma sempre que a situação o exigia. E saímo-nos sempre bem. Os meus comandantes nunca me colocaram restrições ao uso das armas.
È um facto que os assassinos de agentes da lei são culpados por usarem as armas homicidas. Mas quem carregou no gatilho foram os governos, os partidos e as associações "humanitárias". 
Que o jovem GNR Carlos Caetano descanse em Paz.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Táxis e clientes

Não conheço a Uber nem utilizei qualquer outra organização similar. No entanto, por motivos pessoais e profissionais andei milhares de vezes de táxi quer em Portugal como noutras paragens do Mundo, desde a Europa á Àsia, do Norte de Àfrica á América do Norte. Não posso, assim, estabelecer comparações entre as diferentes organizações.
Ainda utilizei os velhinhos Mercedes-Benz "Matateu" 170 D, o último Mercedes-Benz 180 D da praça de Lisboa, com 3 milhões de quilómetros de ruas e estradas, a arfar para subir a auto-estrada nos Montes Claros. No estrangeiro, fui cliente desde os básicos Trabant a dois tempos e de cartão prensado na RDA, Roménia, Bulgária, etc., aos imponentes Cadillac Seville, na Arábia Saudita.
Nesses percursos curtos, médios, longos e muito longos fui conduzido por motoristas novos e velhos, limpos e sujos, faladores e sisudos, mas nunca por alguém malcriado. Sorte a minha porque ás vezes (muitas) o trajecto era feito por vias de pára-arranca (mais o primeiro que o segundo) como o IC 19 e muitos outros.
Face ás queixas de tanta gente acerca dos taxistas devo ser um indivíduo com uma sorte única. Sempre me ajudaram com as bagagens, muitos transportes de electrodomésticos, urgencias aos hospitais, serviços profissionais com espera, viagens com namoradas e ainda me devolveram carteiras e telemóveis esquecidos.
Entre tanta "corrida" de táxi fiquei com um rol interminável de histórias, desde um que queria matar os sogros por causa da mulher (não matou ninguém...), separações, amores proibidos, doenças potencialmente fatais e um deles que, ás 4h30 da madrugada foi chamado a uma empresa de Queluz de Baixo para entregar peças de uma máquina na...Polónia!
Ao longo dos anos habituei-me ás suas queixas das 12 horas de trabalho diárias, do trabalho aos domingos, feriados e dias festivos, dos assaltos de que eram vítimas e lamentei o assassinato de dois motoristas que conhecia razoavelmente bem da linha de Sintra. Pois é. Eles morrem em serviço. Foram cerca de 30 vítimas mortais em cerca de 40 anos. 
Na esfera do serviço público que prestam, os profissionais do volante aceitam conduzir, nas suas viaturas tantas vezes criticadas por falta de higiene ou cheiros incómodos, bebados, drogados, doentes contagiosos, prostitutas, grávidas prestes a parir, urgencias para os hospitais, ladrões, rufias, malucas que exigem pagar o serviço com sexo, espertos que garantem ir buscar dinheiro a casa e nunca mais aparecem  e ainda entram com os carros em bairros onde nem a polícia aparece. 
A manifestação de segunda-feira não foi um primor de educação. Mas quem ofendeu a propriedade alheia foi preso como manda a lei. De resto, tudo decorreu sem reparos de maior quer por parte dos manifestantes quer por parte da PSP.
São uns santos? Nem pensar. Há de tudo, como em todas as profissões. Eu não tenho razões de queixa.





segunda-feira, 10 de outubro de 2016

UM POLICIA QUE NÂO PODE SER POLÌCIA

Na manifestação dos taxistas, em Lisboa, o ambiente aqueceu a determinada altura e registaram-se alguns empurrões entre os profissionais do volante e a autoridade. Mas nada de especialmente grave.
No entanto, um fotógrafo registou o momento em que um polícia aponta uma "shotgun" directamente á cabeça de um dos manifestantes sem que nada o justificasse.
Este polícia não pode ser polícia. Nunca. Com esta atitude desproporcionada revela falta de aptidão, falta de controlo, falta de sangue-frio e falta de nervos treinados para enfrentar uma situação que poderia acabar em drama se tivesse carregado no gatilho. È que as "shotgun" a curta distãncia matam.
Este agente é um perigo e abusa da farda. Depois quando o "azar" acontece dizem que disparam para o ar. Nota-se!

domingo, 9 de outubro de 2016

Democracia não é para boa gente

Muito se fala e escreve acerca da probidade, ou falta dela, dos políticos portugueses quando ascendem aos cargos públicos. E invariavelmente vão-se buscar exemplos às democracias mais antigas e sólidas para se demonstrar como se deveria proceder por cá. 
Há um exemplo interessante na História Mundial. O único presidente americano eleito por quatro vezes foi o "inválido" Franklin Delano Roosevelt, que faleceu pouco antes do final da II Guerra Mundial. Quando necessitou de nomear alguém para liderar a agência federal Securities and Exchange Commission -- organismo que tem a responsabilidade primária pela aplicação dos valores mobiliários federais, leis, regulamentação da indústria de valores mobiliários, acções e opções de intercâmbio do país, e em outros mercados de títulos eletrónicos nos Estados Unidos -- o presidente não hesitou em chamar para exercer o cargo Joseph Kennedy, o patriarca do clã com o mesmo nome. 
O alvoroço desta nomeação aconteceu devido à fortuna acumulada por este emigrante irlandês com o contrabando de bebidas alcoólicas durante a controversa Lei Seca, além de relações muito suspeitas com a Máfia. Ou seja, alguém de duvidosa reputação.
À questão que lhe foi posta sobre a honestidade de JK para tão delicado cargo, Roosevelt limitou-se a responder: "Nada melhor que uma raposa para saber o que fazem as outras raposas nos galinheiros". 
A questão não deixa de ser polémica, mas, na verdade, o "pai de todos" os Kennedy desempenhou brilhantemente as suas funções. 

Por cá é o que se sabe...

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

COSTA com taxas e bolos engana os tolos

Portugal sofre na falta de desenvolvimento o azar de nunca ter tido um governo competente e que estruturasse o futuro do país em bases sólidas desde o 25 de Abril. Mas António Costa é o pior primeiro-ministro que já ocupou este cargo. Político especialista em golpadas (Mário Soares e António José Seguro que o digam), não consta no seu currículo uma ideia digna de registo, uma acção que alavancasse o progresso ou um rasgo de génio que modernizasse a nada. Fala muito, ri a despropósito ainda mais e passeia a sua boçal mediocridade pelos corredores do poder á custa de expedientes de bastidores e manobras obscuras de ãnsia pelo poder. Não é por acaso que saltou para o poleiro de São Bento apesar de perder as eleições.
A (des)governação a que não tinha direito assenta em distribuir dinheiro que a economia não produz pelos funcionários públicos, facilitar a educação nas escolas, prestar piores serviços na saúde, ignorar a indústria de mais-valias e criar taxas e taxinhas para manter o regime social-comunista actualmente em vigor.
Agora decidiu atacar o açúcar e o sal com impostos indirectos, o que aumentará o preço das coca-colas, sumóis, laranjadas, limonadas, compais, gasosas, bolas-de-berlim, pastéis de belém, bolos de arroz, mil-folhas, pastéis de bacalhau, croquetes, etc. Lá vamos comendo e pagando taxas sobre taxas.
Enquanto isto apodrece, a produção industrial definha, as exportações caem a pique e o atraso em todas as áreas acentua-se. Não existe um rumo, não se vislumbra uma estratégia, não se enxerga o progresso. Nesta queda no abismo registe-se a mansidão de um rebanho sem futuro e uma apatia inqualificável.
E, já agora, um PR que não cumpre a sua missão: mandar toda esta imundice para o lixo!