A tomada de posse de Donald Trump como 45º presidente dos Estados Unidos foi visto praticamente em todo o mundo. E também em Portugal. As televisões registaram o acontecimento e convidaram uma manada de paineleiros para comentarem a cerimónia. Por uma questão de curiosidade fui ouvindo as barbaridades que os adoradores do Obama vomitaram com todo o ódio das entranhas contaminadas pela geringonça portuguesa, do gorduroso Costa ao afectuoso ossudo Marcelo, rindo com alarvidade sobre tudo e mais alguma coisa da autoria do novo presidente americano.
Como não poderia deixar de ser, o discurso já presidencial de Trump centrou-se sobre os Estados Unidos e o futuro, nomeadamente na área do emprego, tecnologia, modernização de infraestruturas, segurança nacional e fronteiriça, crime, política internacional e a promessa de que "a América será grande outra vez". O que é normal porque o seu papel será dirigir quem o elegeu e não governar as Ilhas Virgens ou o Burkina Faso.
Não tardaram as reacções descabeladas dos indigentes paineleiros e enquanto uns classificaram as palavras como de puro "nacionalismo", outro, já com idade para ter juízo, um tal Cabral da SIC, foi longe de mais e carimbou de "nazi" o discurso de Donald Trump.
Das duas uma, ou o paineleiro já entrou na senilidade ou bebeu uns copos a mais para aquecer os pés nestes dias gelados.
Não tardaram as reacções descabeladas dos indigentes paineleiros e enquanto uns classificaram as palavras como de puro "nacionalismo", outro, já com idade para ter juízo, um tal Cabral da SIC, foi longe de mais e carimbou de "nazi" o discurso de Donald Trump.
Das duas uma, ou o paineleiro já entrou na senilidade ou bebeu uns copos a mais para aquecer os pés nestes dias gelados.






