A governação de Donald Trump, como presidente dos Estados Unidos, não se afastou um milímetro do que ele prometeu quando era simplesmente um candidato á Casa Branca. Ao contrário de todos os políticos portugueses e de outros países europeus que depressa metem na gaveta tudo o que afirmaram nas campanhas eleitorais. Cá pela nossa terra faz parte da democracia enganar o povo que ainda se dá ao trabalho de ir colocar votos na urnas. Até se dá o caso de sermos governados por quem foi derrotado eleitoralmente.
Os americanos escolheram Trump, outros americanos repudiaram Trump, mas esta é a funcionalidade democrática dos estados que vivem sob este regime. Ou deveria ser...
Acontece que para muitos libertários as votações só contam e devem ser respeitadas se vencer o candidato da sua cor partidária. Caso contrário, os apologistas dos vencidos devem revoltar-se, urrar, insultar, manifestar violentamente, incendiar carros e partir montras, como o fizeram os pró-Hillary nos Estados Unidos.
Na Europa também se organizaram as forças dos "macaquinhos de imitação" em toda a sua retórica filosófica contra quem, pasme-se, quer um país mais produtivo, mais seguro e mais desenvolvido. Ora não será esta a obrigação primária de qualquer líder de qualquer país?
Não. O Velho Continente decadente, preguiçoso, debochado e subsidiado habituou-se a chular os Estados Unidos com a NATO, o FMI, material de guerra, tecnologia e ainda com a vida de muitos milhares de soldados americanos, que, por duas vezes, no século XX tiveram de por cobro a duas guerras mundiais. E Trump quer acabar com este negócio ruinoso para a América, o que implicará que os europeus passem a trabalhar mais e a falar menos se quiserem continuar a usufruir da sua existencia á conta dos dinheiros dos estados alheios, como é o caso de Portugal e quase todos os outros.
Em Portugal a histeria anti-Trump propaga-se como os fogos de Verão. A indigencia política da maioria dos comentadores roça o ridículo e resvala para areias movediças fatais. Ontem, no "Eixo do Mal", na SIC Notícias, o duo dos "marretas" habitualmente presentes teve esta saída particularmente escabrosa: "Não comparo Trump com Mussolini para não ofender Mussolini". Inacreditável. È este o absurdo dislate de gente que se considera social-democrata e recorre ao irracional para argumentar com o ódio a ferver nas entranhas sobre a situação, legal, nos Estados Unidos.
Não admira. Ainda há um ano, a chanceler Angela Merkel não passava de uma "vaca nazi" e agora é idolatrada como uma "santa". Lá chagará o dia em que os mesmos "democratas" centro-esquerdista considerarão que "Salazar é fixe". Aguardemos...






